segunda-feira, 27 de junho de 2011

Hummm receita mega gostosa para o inverno

Suflê de chocolate

Ingredientes:
150g de manteiga
½ litro de água
4 claras batidas em neve
4 colheres (sopa) de açúcar
200g de chocolate em pó

Modo de preparo:
Coloque a água para ferver junto com o chocolate, duas colheres de açúcar e a manteiga. Vá mexendo até engrossar e, em seguida, deixe esfriar. Enquanto esfria, bata as claras em neve com as outras duas colheres de açúcar. Em seguida, junte tudo e mexa levemente com uma espumadeira. Depois, pegue uma cumbuca untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo e despeje o preparo dentro. Leve ao forno quente por mais ou menos cinco minutos, até a massa crescer. Retire e sirva em seguida.

Sogra. Prá quê te quero ?!?



O DIA DE CONHECER A SOGRA 

texto do blog casadasogra.wordpress.com

Recebi um pedido de dicas pra como fazer/se comportar no dia em que for conhecer a sogra. 
Essa foi minha resposta, e meninas, fiquem à vontade pra indicar mais coisas.
Ó, como dicas, dá pra elencar o seguinte:
a) polidez e educação sempre: por favor, obrigada, licença, sua casa é linda, etc., mas você é moça fina e já sabe disso, hohohoho;
b) ela é diabética? Se puder comer doces, leva uma torta bem gostosa como sobremesa;
c) se não der pra levar doces, leva um vaso de flores. Mas não leva flores soltas, leva no vaso, que não é pra ela dizer que você deu trabalho pra ela ter que procurar vaso (quando elas querem implicar, tudo é motivo);
d) a roupa pesa pra primeira impressão. Não se vista pra ir à missa, mas use algo que te deixe bonita sem ser “espetaculoso”. Nada de barriga de fora, calça muito justa, vestido de alças muito finas, saia muito curta. Também não é velório, vá com uma roupa colorida ou pelo menos uma peça colorida, evite ir inteira de preto. Use acessórios que valorizem sua personalidade, mas evite muita coisa junta;
e) ofereça ajuda, mas não se meta se não for chamada – tem gente que tem ciúme das suas próprias coisas, então pode encarar como invasão;
f) menos é mais. Melhor deixar a impressão de tímida do que de bocuda.
Veja que essas são regras gerais não só pra conhecer a sogra, mas pra qualquer situação.
Mais importante ainda, isso pode não adiantar NADA. Não crie expectativas exageradas, porque você não controla o comportamento dos outros. Se ela não quiser gostar de você, não tem jeito que dê jeito. Você pode ser a princesa perfeita do universo e a mulher que seu namorado mais ama no mundo, e isso pode ser suficiente pra ser odiada sem dó.
Respira, força na peruca, cabeça pra cima, peito pra fora, e se joga.
Boa sorte!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Maria Antonieta

Imagine que você tem agora 14 anos, é uma adolescente, e seus pais te dão a missão, ser esposa do futuro rei da França. Bem a história acontece no século 18, Maria Antonieta é uma princesa da Áustria, da família dos Bourbons (aliás a sobrinha dela, Leopoldina, se casou com D. Pedro I), por ordem da mãe, ela se casa com um  delfim Francês, mas ao chegar na França ela vive como qualquer adolescente de hoje, querendo se divertir, sorrir, brincar, sair; o que depois gera várias consequências não só para ela como para o país (e por que não dizer: para o mundo?). Não que eu acredite que a Revolução Francesa aconteceu por causa de Maria Antonieta, mas APESAR de Maria Antonieta, aliás Antoniette para os íntimos.
A autora, Antonia Fraser, é uma típica autora alemã, detalhista e seca, mas ao decorrer da leitura das suas 574 páginas você acaba se acostumando e se apaixonando por seu estilo.

Esse merece o selo de indicação do Capitão Nascimento:



Recomendo também o filme feito baseado neste livro, é bem resumido mas é gostoso de se ver, as músicas são super atuais...

terça-feira, 21 de junho de 2011

1808

Laurentino Gomes nos presenteia com uma obra que, em minha opinião, deveria ter em todas as casas do Brasil e de Portugal. Uma leitura envolvente e divertida e nos faz viajar às origens do Brasil que conhecemos.


ESSE LIVRO MERECE RECOMENDAÇÃO

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comprometimento gente !!!

JÁ DISSE QUE NÃO ESTOU DE TPM!!!! AHHHHH!!!!

Já teve aqueles dias que quis largar o emprego, dar um pé no namorado, pisar o rabo do gato e torce para alguém mexer contigo só para poder soltar os cachorros ????? Já ? Sério? Eu não! EU JÁ DISSE QUE NÃO ESTOU DE TPM P**** VAI CAÇAR O QUE FAZER  !!!!






terça-feira, 14 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A escravidão moderna é uma maravilha

Por Mouzar Benedito, no Blog da Boitempo

Você está num bar ou restaurante, acompanhado de um amigo, de repente toca o celular dele. Ele atende, não é uma conversa qualquer, é trabalho. O diretor, gerente ou qualquer chefete dele dá ordens, pergunta algumas coisas e ele fica ali, meia hora “trabalhando” ao seu lado.
Isso está cada vez mais comum. Tem gente que se sente importante por receber da empresa que trabalha um telefone corporativo, “de graça”. E a partir daí o trabalho o acompanha 24 horas por dia. A jornada de trabalho, para esse pessoal chegado numa “modernidade” (nisso incluem-se as relações de trabalho) não é mais de 40 horas por semana. É de 168 horas. O sujeito tem que ficar 24 horas por dia com o aparelho ligado. Alguns têm também um troço no computador, que apita quando é chamado para trabalhar, seja de madrugada, depois de um dia estafante, seja num domingo na hora do almoço.
Há uns meses, um cara com quem marquei uma conversa num boteco apareceu com um laptop ligado. De vez em quando, parava a conversa e respondia a perguntas de um “superior” dele. Fiquei irritado. Ou vamos conversar ou você fica trabalhando aí que eu vou pra outro lugar. É uma chatice.
Outro cara que conheci falava maravilhas do laptop ligado à internet, porque nos fins de semana podia ir para a praia, ficar numa barraca tomando uma cerveja e… trabalhando. Respondi que acharia maravilha o contrário: você ficar no ambiente de trabalho tomando uma cerveja e paquerando. Mas para esse pessoal eu sou um anormal. A tecnologia é uma maravilha e temos que “aproveitá-la” o tempo todo. Só que quem tem aproveitado é o patrão. O celular da empresa e o laptop, nesses casos, são o instrumento da escravidão moderna.
Alguns perceberam isso, talvez tardiamente. Houve ações trabalhistas que chegaram ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), para cobrar horas extras sobre o tempo trabalhado com o celular, o pager e não sei que mais. O TST não aceitou as queixas. Esta semana decidiu que, como o empregado não perde a mobilidade trabalhando com o celular ou o pager nos horários que deveriam ser de folga, o trabalho executado por meio desses instrumentos de domínio (claro que o TST não usou esses termos), ele não tem direito a receber por horas adicionais de trabalho. Bem feito! Que continuem aceitando a escravidão moderna, sem rebeldia, sem nem sequer a alternativa de ir para um quilombo, pois esse pessoal, se for, é bem capaz de levar o celular institucional, o tal pager e o laptop em conexão com a empresa, como o cara que acha legal levar o laptop à praia.
Aliás, a tecnologia, que deveria ser libertadora do trabalho, tem tido esse efeito contrário. Imaginava-se que, com máquinas que executam trabalhos de centenas de pessoas, a carga de trabalho diminuiria radicalmente, sobrando mais tempo para a vida própria, a prática de atividades artísticas, esportivas, culturais e tudo que é agradável. Mas o que tem acontecido?
Dou o exemplo de uma multinacional que tem uma fábrica perto do bairro da Lapa,em São Paulo. Quando conheci a empresa, há três décadas, ela tinha mais de 1.500 empregados nessa fábrica. Todos trabalhavam num ritmo normal e moravam em casas de classe média da região. Hoje, a empresa produz dezenas de vezes mais, lucra muito mais, e tem pouco mais de cem empregados, boa parte deles morando em favelas. Trabalham muito mais e ganham muito menos.
É isso: se uma máquina pode substituir vinte pessoas, o racional, humano, seria diminuir a carga de trabalho dos trabalhadores, de modo que pelo menos muitos deles mantenham os empregos. Mas o patrão faz o contrário: com cinco máquinas que fazem o trabalho de vinte pessoas cada, ele poderia demitir cem empregados, mantendo o mesmo tempo de trabalho. Se fosse um pouquinho ético, demitiria muito menos. Mas demite 150, e os que sobram têm que trabalhar num ritmo alucinante, sem descanso. O patrão sabe que esses empregados restantes se sujeitam para não perder o emprego, porque eles desempregaram muita gente que está disposta a qualquer coisa para ter um emprego novamente.

Agora há esses instrumentos de controle, com a complacência e até o elogio dos escravizados. Escravizados de luxo, mas escravizados.
Eu continuo com meu sonho anarquista, irrealizável: já que a máquina faz quase tudo por nós, deveríamos trabalhar apenas um dia por mês. Por exemplo: meu dia de trabalho seria o 15 de cada mês. No dia 14, eu passaria o dia inteiro me preparando física e psicologicamente. Quereria fazer um trabalho exemplar. E ao final desse dia me sentiria livre por um mês para viajar, fazer cursos, ler, escrever, cursar alguma coisa, pintar, bordar, cantar, brincar, namorar, assistir a quantos filmes quisesse, enfim, fazer tudo o que acho bom.
Mas isso é coisa de anarquista, não é? Uma anormalidade. O normal é trabalhar o dia inteiro, ir pra casa e continuar trabalhando na hora que o patrão quer, sendo chamado a qualquer momento e tendo que atender para não perder o emprego. Interrompa-se o jantar, interrompa-se o sexo, interrompa-se o filme ou futebol, interrompa-se a leitura… Trabalhe, trabalhe, trabalhe. O TST não vai criar caso.

Segunda-feira

O que fazer durante o ócio (n. 1)

Grau de dificuldade: baixo
Tempo: 5 minutos para montagem  (45 minutos para pegar a mosca)
Material necessário: 1 mosca, 1 lápis e criatividade

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A estratégia



Ofereço a todos os trabalhadores que, assim como eu, tem um chefe com memória curta.

Lendo . . .


Gente esse é o livro ideal para quem quer relembrar os conceitos básicos da Gramática Normativa. O autor é muito didático, e recorre à história da Língua Portuguesa para dar ao leitor a compreensão do tema, ao contrário dos professores adeptos pelo método de fazer o aluno decorar o tema. Fica aí a dica Gramática Mínima do Antônio Abreu.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ah! Veríssimo...

Terminei de ler hoje o livro Mesa Voadora de Luis Fernando Veríssimo, e só tenho a dizer uma coisa é um livro que é para ser devorado, pois é delicioso. Ele escreve admiravelmente bem e é engraçadíssimo, são várias histórias sobre o assunto, abordado de uma forma super divertida. Esse eu recomendo!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Início

Todo o início é bom, é uma mudança, uma atitude, uma vontade. Bem é isso, então vamos começar pelo o início. A proposta desse blog é conversar sobre minha paixão, os livros, de todos os tamanhos, forma, assunto... todos são deliciosos, bem vou falar sobre eles, sobre a vida, sobre a morte, sobre tudo. Seja bem vindo(a) ao Livros, Leves e Soltos !!!!